Espaços para a arte: lugares em contínua redefinição

Autores

  • Eloísa Alisal

Palavras-chave:

Arte. Museu. Colecionismo.

Resumo

Através da história do museu e do colecionismo se proliferou uma grande variedade de espaços onde se protegem, conservam, resguardam ou armazenam os objetos de interesse cultural e, apesar disso, o patrimônio artístico das comunidades continua sendo suporte de sua memória como coletividade. Desde os santuários gregos dedicados às Musas até os museus e centros de arte atuais, as coleções artísticas protegidas tem se transformado em suporte para a transmisão de idéias e de conhecimentos. Tanto os espaços físicos (templos, academias, galerias, palácios e salões) quanto os espaços virtuais (museus e galerias em rede) têm mantido a mesma finalidade: conservar, estudar e difundir as manifestações artísticas das culturas. Passaram-se mais de dois séculos desde a criação do primeiro museu de arte contemporânea concebido como lugar de conservação, estudo e difusão da arte criada em sua contemporaneidade; e mais de um século desde que Duchamp incluiu sua obra “Fonte” no Armory Show, desde então o museu de arte se redefine junto ao objeto que deveria proteger.

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Biografia do Autor

Eloísa Alisal

Doctoranda del Departamento de Historia del Arte Contemporáneo de la Universidad Complutense de Madrid (España). Ha colaborado como profesora en cursos de Historia del arte contemporáneo, Museología, Comunicación y Gestión Cultural en la Universidad Complutense de Madrid, en el Istituto Europeo di Design y en el Instituto Superior de Arte de Madrid. En la actualidad colabora como Técnico de Artes Plásticas en la sede del Instituto Cervantes de Madrid.

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Como Citar

ALISAL, E. Espaços para a arte: lugares em contínua redefinição. Em Questão, Porto Alegre, v. 13, n. 2, p. 225–233, 2008. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/2981. Acesso em: 2 jul. 2022.

Edição

Seção

Patrimônio Cultural e Museus