O Patrimônio como processo: uma ideia que supera a oposição material-imaterial

Autores

  • Willian Eduardo Righini de Souza Universidade de São Paulo
  • Giulia Crippa Universidade de São Paulo

Palavras-chave:

Patrimônio cultural. Materialidade. Imaterialidade.

Resumo

Pretende analisar a divisão dos patrimônios culturais em materiais e imateriais. A partir de revisão de literatura e resoluções oficiais apresentam-se os discursos e condições que produziram esta categorização historicamente. Em seguida, sustenta-se que todo bem cultural possui ambas as características, demonstrando que tal oposição é apenas circunstancial e não se sustenta na relação da sociedade com os seus produtos culturais. Assim sendo, o artigo contribui para uma reflexão sobre os estudos patrimoniais e as abordagens produzidas por diferentes disciplinas, entre elas a Ciência da Informação.

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Biografia do Autor

Willian Eduardo Righini de Souza, Universidade de São Paulo

Graduado em Ciências da Informação e Documentação pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo. Mestrando em Ciência da Informação pela Escola de Comunicação e Artes - Universidade de São Paulo.

Giulia Crippa, Universidade de São Paulo

Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo – USP. Professora Doutora do Curso de Ciências da Informação e Documentação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto – USP-RP Professora Doutora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade de São Paulo – USP.

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Publicado

2011-12-07

Como Citar

SOUZA, W. E. R. de; CRIPPA, G. O Patrimônio como processo: uma ideia que supera a oposição material-imaterial. Em Questão, Porto Alegre, v. 17, n. 2, p. 237–251, 2011. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/17609. Acesso em: 10 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos