O registro das cores invisíveis: Porto Alegre imaginada em álbuns de família

Autores

  • Nara Magalhães UFRGS
  • Márcia Anselmo
  • Lourdes Ana Pereira Silva
  • Ângela Zamin
  • Reges Schwaab

Palavras-chave:

Álbuns de família. Fotografia. Imaginário. Porto Alegre Imaginada. Negro.

Resumo

Este artigo apresenta alguns resultados da pesquisa “Porto Alegre Imaginada”, com destaque para as análises do grupo “Álbuns de Família”, que buscou conhecer, além dos registros oficiais sobre açorianos, as contribuições de outro grupo étnico-racial para a riqueza e diversidade da cidade. Entrevistando e fotografando pessoas que se auto-definem como negras, ouvindo seus relatos e histórias ao folhear seus álbuns de fotografias, procuramos na pesquisa dar visibilidade a uma trajetória de cidadãos e a uma cidade que na maioria das vezes permanece desconhecida, tanto da história oficial como da visibilidade midiática. Neste artigo, queremos contribuir para a reflexão a respeito de outros imaginários sobre a cidade, e pensar o que os registros pessoais e a sua narração nos dizem sobre o lugar, as possibilidades e os significados partilhados.

 

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Publicado

2010-11-08

Como Citar

MAGALHÃES, N.; ANSELMO, M.; SILVA, L. A. P.; ZAMIN, Ângela; SCHWAAB, R. O registro das cores invisíveis: Porto Alegre imaginada em álbuns de família. Em Questão, Porto Alegre, v. 16, p. 109–125, 2010. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/15927. Acesso em: 6 out. 2022.

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