Base de dados: a memória extensiva do jornalismo

Autores

  • Cláudia Irene de Quadros

Palavras-chave:

Base de dados, jornalismo digital, cibercultura

Resumo

Na revolução informacional, o problema está na quantidade excessiva de dados. A questão sobre como encontrar em pouco tempo a informação requisitada tem levado muitos pesquisadores a refletir em uma forma apropriada de armazenar esses dados, numa tentativa de transformá-los em registros “vivos”, de arquivos “ativos” que constituirão uma base de dados “dinâmica” para gerar conhecimento ao seu usuário. Aqui conhecimento é entendido como apropriação do objeto pelo pensamento. A criação desse tipo de base de dados tem sido objeto de análises nas mais diferentes áreas de instituições de pesquisas de várias partes do mundo. Muitos têm o objetivo de encontrar uma heurística apropriada à determinado objeto de estudo em prol do conhecimento. Nesse trabalho, será lançado um olhar sobre algumas propostas e discussões sobre a base de dados como forma cultural no jornalismo. Com uma base de dados dinâmica, os jornais – considerado por historiadores como fontes primárias de pesquisa –, só para citar mais um exemplo, imprescindíveis no mundo dos negócios, podem gerar conhecimento e abrir novas possibilidades para diversos setores da sociedade.

 

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Biografia do Autor

Cláudia Irene de Quadros

Doutora em Jornalismo Digital pela Universidad La Laguna (ULL - Espanha) Professora do Programa de Mestrado em Comunicação e Linguagens da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) Currículo Lattes

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Publicado

2006-12-09

Como Citar

DE QUADROS, C. I. Base de dados: a memória extensiva do jornalismo. Em Questão, Porto Alegre, v. 11, n. 2, p. 409–423, 2006. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/127. Acesso em: 28 nov. 2022.

Edição

Seção

Cibercultura e Bibliotecas