Mulheres com deficiência na docência brasileira

Autores

DOI:

https://doi.org/10.19132/1808-5245282.108417

Palavras-chave:

Ciência e gênero, Ensino superior, Exclusão, Ciência e minoria.

Resumo

O objetivo desta investigação é discutir a representatividade das mulheres com deficiência na docência do ensino superior brasileiro. Parte-se do entendimento de que os sujeitos da pesquisa apresentam dois marcadores de silenciamento e de exclusão: ser mulher e com deficiência. Quanto aos aspectos metodológicos, a pesquisa classifica-se como quantitativa. Pautou-se na análise secundária dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), de 2010 e 2018, bem como dos dados gerais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com esta investigação, observou-se que os docentes com deficiência representam somente 1% dos que compõem o ensino superior brasileiro, sendo as mulheres a minoria se comparadas à quantidade de homens, embora os gráficos evidenciem um aumento quantitativo na representatividade feminina ao longo dos anos.

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Biografia do Autor

Daniela Priscila de Oliveira Veronezi, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Doutoranda em Comunicação pela Universidade Federal de Goiás (2022) e Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Goiás (2018). Graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela Universidade Estadual de Londrina (2004). Especialista em Gestão das Organizações pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2007), MBA em Gerenciamento de Projetos pelo Centro Universitário Dinâmica das Cataratas (2015) e Especialista em Comunicação Empresarial pela Faculdade de Administração, Ciências, Educação e Letras (2017). Concluiu o Curso Internacional de Comunicação Empresarial, promovido pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) e pela Universidade de Syracuse, nos Estados Unidos (2012). Cursou Criatividade e Inovação, com certificação pelo Herrmann Internacional Europe (2012), sendo capacitada a ministrar Seminários com a referida temática. Com a carreira profissional iniciada em 2004, atuou como Gerente da Assessoria de Comunicação da Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI) - Brasil, de 2008 a 2016. Já organizou centenas de eventos nacionais e internacionais, inclusive com a presença do Presidente da República Federativa do Brasil e de outros países da América Latina. De maio de 2017 a outubro de 2018, trabalhou como Relações Públicas na Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e, desde novembro de 2018, atua como Relações Públicas na Saneamento de Goiás S.A. - Saneago.

Geisa Müller de Campos Ribeiro, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Doutoranda em Comunicação, mídia e cultura pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFG. Mestre em Comunicação. Bacharel em Biblioteconomia pela FIC-UFG. Atua como Tutora presencial do curso em EAD de Biblioteconomia da Universidade Salgado de Oliveira - Universo. Atuou como docente do curso de Graduação em Biblioteconomia da Universidade Federal de Goiás (UFG) e Professora tutora e conteudista do Curso de Especialização latu sensu Letramento Informacional: educação para a informação (Universidade Aberta do Brasil - CAPES). É integrante do GT de acessibilidade da FABAB e coordenadora do projeto Bibliocriativa. Desenvolve projetos nas áreas de inclusão digital, letramento e políticas culturais. Atualmente estuda Comunicação científica, Ciência Aberta e avaliação de C&T.

Suely Henrique de Aquino Gomes, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Professora titular da Universidade Federal de Goiás. Doutorado em Ciências da Informação pela Universidade de Brasília (1999); mestrado em Automação de Biblioteca - University College London (1991) e graduação em Biblioteconomia pela Universidade de Brasília (1987), Professora do quadro permanente do Mestrado em Comunicação, Cidadania e Cultura (PPGCOM/FIC), atuando na linha de pesquisa Midia e cultura. As pesquisas conduzidas orbitam nos seguintes temas: comunicação científica; ciência e gênero; ciência inclusiva; corpo, ciência e subjetividade; cibercultura, competência informacional; informação e competitividade. Coordenou o Curso de especialização na modalidade EAD em Letramento Informacional: a educação para a informação. Fez parte gestão da ABECIN - representante da região Centro-Oeste, em 2016. Coordenadora do curso de Biblioteconomia (2006-2010; 2016- 2018). Foi editora da Revista Comunicação e Informação, mantida pelo PPGCOM/FIC (2016--2018). Coordena desde 2009 o GT - Corpo, Gênero e Subjetividade do Seminário Nacional Mídia, Cultura e Cidadania, organizado pelo PPCGCOM/FIC. Lider do grupo de pesquisa Olhares - Corpo, subjetividade, ciência. Tem interesse nas áreas de Ciência da Informação e Comunicação com ênfase em comunicação e divulgação científica; gestão da informação; letramento informacional; corpo, ciência e subjetividade; acessibilidade informacional; ciência e gênero.

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Publicado

2022-02-23

Como Citar

VERONEZI, D. P. de O.; RIBEIRO, G. M. de C.; GOMES, S. H. de A. Mulheres com deficiência na docência brasileira. Em Questão, Porto Alegre, v. 28, n. 2, p. 108417, 2022. DOI: 10.19132/1808-5245282.108417. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/108417. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

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