Processos de tomada de consciência e reflexões acerca de “valores” em jogos de regras de caráter coletivo

Autores

  • Stela Maris Vaucher Farias Colégio de Aplicação - UFRGS
  • Maria Luiza Rheingantz Becker Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.22456/2595-4377.19154

Palavras-chave:

jogos de regras de caráter coletivo, epistemologia genética, metodologia da educação física,

Resumo

As reflexões apresentadas neste artigo originam-se dos estudos e resultados da pesquisa realizada no Colégio de Aplicação da UFRGS em 2009 e 2010. Este estudo busca investigar a maneira como os estudantes de quinta e sexta séries do Projeto Amora se apropriam dos mecanismos internos dos jogos de regras de caráter coletivo, como isso se dá por meio do processo de “tomada de consciência”(PIAGET, 1974) e quais os desdobramentos em termos da constituição de “valores de troca” e das possibilidades que emergem de um trabalho interdisciplinar. Esta pesquisa está associada ao Programa de Bolsas Primeira Ciência/UFRGS (2009/2010) e às atividades do projeto de pesquisas Contribuições da Epistemologia Genética para as Práticas Escolares da Faculdade de Educação da UFRGS. Os dados indicam a existência de uma complementaridade entre os processos de constituição de “valores” dos professores e dos estudantes. A realização de atividades interdisciplinares no contexto do Projeto Amora estaria favorecida quando a possibilidade de tornar mais flexível uma escala de valores fosse exercida intencionalmente.  Esse processo contribuiria para a constituição de um trabalho pedagógico organizado, levando em consideração objetos comuns entre diferentes áreas do conhecimento. Constata-se, também, a relevância da utilização de aspectos essenciais do Método Clínico de Jean Piaget.

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Biografia do Autor

Stela Maris Vaucher Farias, Colégio de Aplicação - UFRGS

Possui graduação em EDUCAÇÃO FÍSICA pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1989) e mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006). Tem experiência nas redes privada e pública de ensino como professora e supervisora. Atualmente é professora de Educação Física do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, desenvolvendo atividades docentes nas turmas do Projeto Amora (quintas e sextas séries). Na referida instituição, participa de diferentes contextos de investigação que estão em andamento e coordena a pesquisa intitulada: Processos de Tomada de Consciência e Reflexões a respeito de "valores"em Jogos de Regras de caráter coletivo da Educação Física.

Maria Luiza Rheingantz Becker, Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Possui graduação em Habilitação Em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1969) e doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998). Atualmente é professor associado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua nos cursos de licenciatura, na graduação, e na Linha de Pesquisa: Psicopedagogia, sistemas de ensino e aprendizagem e educação em saúde. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Psicologia da Educação , atuando principalmente nos seguintes temas:: psicopedagogia e educação, epistemologia genética e educação escolar, relações professor aluno e aprendizagem

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Publicado

2011-06-08