Mulheres de direita: a “vigília anticomunista” das gaúchas da ADFG

Autores

  • Eduardo dos Santos Chaves Doutorando em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

História Política, História das Direitas, Ditadura

Resumo

A proposta da comunicação é apresentar alguns dos resultados de uma pesquisa desenvolvida sobre a formação e a atuação da Ação Democrática Feminina Gaúcha (ADFG). Criada no contexto do golpe civil-militar de 1964, na cidade de Porto Alegre, a trajetória da organização feminina foi marcada primeiramente pela forte militância anticomunista e pela sua intensa participação na desestabilização do governo de João Goulart (1961-1964). Durante a ditadura, a organização, além de permanecer "vigilante" no que diz respeito ao anticomunismo, buscou colaborar na legitimidade do regime, atuando em áreas voltadas ao assistencialismo social e ao voluntarismo. O trabalho pretende analisar a atuação da ADFG em um cenário de construção social da ditadura brasileira, no qual foram tecidas complexas relações entre o regime e a sociedade brasileira.

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Biografia do Autor

Eduardo dos Santos Chaves, Doutorando em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Possui graduação e mestrado em História pela UNISINOS. Atualmente realiza o doutorado pela UFRGS.

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Publicado

2014-12-16

Como Citar

CHAVES, E. dos S. Mulheres de direita: a “vigília anticomunista” das gaúchas da ADFG. Revista Aedos, [S. l.], v. 6, n. 15, 2014. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/aedos/article/view/50969. Acesso em: 20 maio. 2022.