<i>Budapeste</i> de Chico Buarque e o fenômeno pós-moderno

Autores

  • Franciano Camelo Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

DOI:

https://doi.org/10.22456/1981-4526.28205

Palavras-chave:

Budapeste, identidade, fenômeno pós-moderno.

Resumo

Este artigo busca evidenciar algumas questões centrais do romance Budapeste e discutir em que medida elas estão relacionadas ao fenômeno pós-moderno. Para tanto, o presente estudo apoia-se nas contribuições teórico-críticas de autores como Fredric Jameson, Josefina Ludmer, Marc Augé e Stuart Hall. O que se pode constatar é que a identidade ocupa lugar central em Budapeste. Ademais, essa categoria é formalizada de modo a levantar uma série de outros temas, também relacionados ao pós-moderno, a saber, os limites entre o real e o ficcional, a noção de estilo e a fragmentação do sujeito.

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Biografia do Autor

Franciano Camelo, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Franciano Camelo é formado em Letras Inglês e Literaturas de Língua Inglesa pela Universidade Federal de Santa Maria. Durante a graduação, participou do projeto de pesquisa Circulação de ficção de língua inglesa no Brasil, no século XIX. Desenvolveu um estudo comparativo de Oliver Twist, de Charles Dickens, e da tradução desse romance feita por Machado de Assis, do qual resultou o trabalho final “English Fiction via Translation in Nineteenth-century Brazil: Charles Dickens and Machado de Assis”. Atualmente, é mestrando na área de Estudos Literários do programa de pós-graduação em Letras da UFSM, com bolsa de apoio à pesquisa CAPES, e desenvolve o trabalho “Machado de Assis e a (re)escrita de Oliver Twist”.

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Publicado

2012-10-22

Como Citar

Camelo, F. (2012). &lt;i&gt;Budapeste&lt;/i&gt; de Chico Buarque e o fenômeno pós-moderno. Nau Literária, 8(1). https://doi.org/10.22456/1981-4526.28205