HOMENS NO “LIMITE” DAS DORES NA MUSCULAÇÃO DE UMA ACADEMIA DE GINÁSTICA DE BAIRRO POPULAR: UMA ETNOGRAFIA SOBRE FORMAS PLURAIS DE EXPRESSÃO DA MASCULINIDADE

Autores

  • Alan Camargo Silva Universidade Federal do Rio de Janeiro. Instituto de Estudos em Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, RJ.
  • Jaqueline Ferreira Universidade Federal do Rio de Janeiro. Instituto de Estudos em Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, RJ.

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.54670

Palavras-chave:

Dor. Academias de Ginástica. Etnografia. Masculinidade.

Resumo

Este estudo etnográfico trata sobre a relação das representações de corpo, mais especificamente no que diz respeito à dor e sua relação com as expressões da masculinidade. O objetivo foi analisar de que formas as noções de dor e de masculinidades podem atravessar as interações dos praticantes de musculação de uma academia de ginástica de bairro popular do Rio de Janeiro. Pela ótica teórico-metodológica do interacionismo simbólico, foi possível perceber como a diversidade de modos de ser um homem interfere em múltiplas concepções de dores e de limites da gestão de riscos durante as práticas corporais.

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Biografia do Autor

Alan Camargo Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Instituto de Estudos em Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, RJ.

Doutor em Saúde Coletiva pelo Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC/UFRJ). Membro do Núcleo de Estudos Sociocorporais e Pedagógicos em Educação Física e Esportes (NESPEFE/ EEFD-UFRJ).

Jaqueline Ferreira, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Instituto de Estudos em Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, RJ.

Doutora em Antropologia Social pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS, Paris/França). Professora Adjunta do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC/UFRJ).

Publicado

2015-12-11

Como Citar

SILVA, A. C.; FERREIRA, J. HOMENS NO “LIMITE” DAS DORES NA MUSCULAÇÃO DE UMA ACADEMIA DE GINÁSTICA DE BAIRRO POPULAR: UMA ETNOGRAFIA SOBRE FORMAS PLURAIS DE EXPRESSÃO DA MASCULINIDADE. Movimento, [S. l.], v. 22, n. 1, p. 89–98, 2015. DOI: 10.22456/1982-8918.54670. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/54670. Acesso em: 25 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais