SOTAQUE PREMIADO: A INCIDÊNCIA DE MEDALHAS NATURALIZADAS NOS JOGOS OLÍMPICOS RIO 2016

Diogo Bonin Maoski, Ana Paula Cabral Bonin Maoski, Thiago de Oliveira Santos, Fernando Marinho Mezzadri, Thiago Cavalcante Nascimento

Resumo


O objetivo do estudo foi analisar a incidência de medalhistas olímpicos naturalizados nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. Trata-se de uma pesquisa quantitativa de natureza descritiva. Os resultados demonstram que 6,6% das medalhas foram distribuídas para atletas naturalizados, o que corresponde a 6,9% do total de atletas vencedores de medalhas. Os resultados apontam ainda que a maior parte do fluxo migratório de atletas medalhistas ocorreu de países de menor desempenho econômico para os de maior desempenho econômico e de países de menor desempenho olímpico para países de maior desempenho olímpico. As conclusões indicam que o atual contexto de naturalização de atletas tende a ser mais benéfico aos países de grande desempenho econômico e olímpico, bem como aos países de grande desempenho econômico, mas sem tradição no esporte, sendo desvantajoso aos países de baixo desempenho econômico. 

Palavras-chave


Esportes, migração, atletas, medalhas.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.109549

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