B ROCKIN´ LIVERPOOL: SIGNIFICADO E COMPETÊNCIA MUSICAL

Martha Tupinambá de Ulhôa

Resumo


Reflexão sobre o processo de escuta e de construção de sentido do Rock Brasileiro, motivada pela reação de membros do Instituto de Música Popular em Liverpool, que não registraram a especificidade “brasileira” nos exemplos representativos de rock apresentados a eles. A discussão utiliza parcialmente a metodologia de análise semiológica desenvolvida por Philip Tagg associada ao modelo de competência musical de Gino Stefani. Como estudo de caso é analisada a canção “Faroeste Caboclo” de Renato Russo, do repertório da banda de rock de grande aceitação na década de 1980, Legião Urbana. “Faroeste Caboclo” é comparado à canção “Hurricane” de Bob Dylan e Jacques Levy, e a exemplos de coco nordestino. Conclui-se que a escuta além de especializada (fazendo relações com o repertório e estilos consagrados de rock) é cultural (dependendo de práticas sociais geográfica e historicamente localizadas).

Palavras-chave


Escuta, competência musical, rock brasileiro.

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