Leitura e escrita no ensino de ciências e biologia: a visão antropocêntrica

Autores

  • Heloisa Junqueira UFRGS
  • Eunice Aita Isaia Kindel UFRGS

DOI:

https://doi.org/10.22456/2595-4377.9664

Palavras-chave:

antropocentrismo, ensino de ciências e biologia, livros-didáticos

Resumo

Considerando a relevância histórica e social da leitura e da escrita na constituição dos humanos, concebidos como sujeitos que sentem, pensam e agem, nos diferentes ambientes naturais e culturais onde vivem, pretendemos neste ensaio apresentar alguns movimentos da história das ciências que nos permitem compreender porque e como a visão antropocêntrica de natureza e de ciência, instituída a partir do século XVII, passa a ser predominante nas explicações do campo da educação científica. Para tanto, tomamos como objeto de reflexão um dos materiais impressos mais utilizados no ensino de ciências e biologia: os livros-didáticos. Compreender a gênese da visão antropocêntrica, em uma abordagem histórica, pode criar condições suficientes e necessárias para que, tanto alunos como professores, possam identificar e superar um dos paradoxos desses livros escolares que ensinam ciências sem serem científicos.

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Biografia do Autor

Heloisa Junqueira, UFRGS

Profa. Assistente do Depto. de Ensino e Currículo
Área Ensino de Ciências
FACED /UFRGS

Eunice Aita Isaia Kindel, UFRGS

Professora Adjunta do Depto. de Ensino e Currículo/FACED/UFRGS - Área Ensino de Ciências

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Publicado

2009-05-27

Como Citar

JUNQUEIRA, H.; KINDEL, E. A. I. Leitura e escrita no ensino de ciências e biologia: a visão antropocêntrica. Cadernos do Aplicação, Porto Alegre, v. 22, n. 1, 2009. DOI: 10.22456/2595-4377.9664. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/index.php/CadernosdoAplicacao/article/view/9664. Acesso em: 2 out. 2022.