No contexto do não sei: reflexões e dúvidas sobre as juventudes e a educação gaúcha em tempos de pandemia

Diana Juciéli Ribeiro, Eduarda Teixeira Streck, Robson Thomas Ribeiro

Resumo


A pandemia do novo coronavírus, desde o início de 2020, modificou significativamente o cotidiano ao qual estávamos habituados. Ao passo que as escolas precisaram ser fechadas, crianças, jovens, famílias e professores entraram num período de inúmeras incertezas frente ao cenário existente. Assim sendo, nesta escrita buscamos refletir sobre os desafios impostos pela pandemia, bem como discutir alguns aspectos que consideramos relevantes no que tange à educação básica atual. Para tanto, analisamos a proposta do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, denominada pela Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul como “Ensino Híbrido” em relação ao seu desenvolvimento e sua funcionalidade. Neste contexto, assinalamos alguns equívocos entre a proposta das autoridades gaúchas e o Ensino Híbrido, que há décadas faz parte das práticas escolares de países desenvolvidos. Outro tópico que destacamos é a exclusão de boa parte dos estudantes que não possuemmeios de acompanhar aulas pela internet. Considerando que o aprendizado se dá por meio da troca entre professores e estudantes, neste texto nos interessa investigar como tem sido estes processos e quais têmsido os maiores desafios ao exercício da docência em contextos de exclusão social e distanciamento intelectual.


Palavras-chave


Educação; Pandemia; Ensino Híbrido; Letramento Digital; Juventudes

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DOI: https://doi.org/10.22456/2595-4377.111240

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ISSN 0103-6041
ISSN 2595-4377 (online)


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