Cascão lava as mãos como medida de enfrentamento à COVID-19: os artefatos culturais e suas pedagogias

Lucas Pacheco Brum, Marcos Vinícius Silva Magalhães, Sandra Monteiro Lemos

Resumo


Posicionado dentro da vertente pós-estruturalista, o presente ensaio se insere no campo das pedagogias culturais e dos estudos de cultura visual e buscou traçar alguns apontamentos acerca das representações e dos regimes de visualidade do personagem Cascão, constantes no artefato cultural criado por Mauricio de Sousa. Nessa perspectiva buscou-se reconhecer as representações ali presentes identificando suas relações com a própria cultura na contemporaneidade. O estudo indica que o artefato produzido, ao atravessar o momento atual, produz narrativas que buscam legitimar discursos e políticas de prevenção frente à pandemia da COVID-19, operando na cultura, determinando e educando sujeitos, corpos, atitudes e valores. Desse modo, o texto foi estruturado em duas partes, em que no primeiro momento debruçou-se a apresentar o lugar de produção dessas imagens dentro da cultura. No segundo momento do texto buscou-se destacar as visualidades produzidas por Maurício de Sousa imbricadas aos regimes de visualidade, reconhecendo, assim, as pedagogias culturais como construção de subjetividades.


Palavras-chave


Pedagogia Cultural. Representação. Cascão. Pandemia. Regimes de Visualidade.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2595-4377.111206

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ISSN 0103-6041
ISSN 2595-4377 (online)


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