VOLATILIDADE DOS FLUXOS FINANCEIROS NO BRASIL: UMA ANÁLISE EMPÍRICA POR MEIO DO MODELO ARCH (MODELO AUTORREGRESSIVO COM HETEROCEDASTICIDADE CONDICIONAL)

Vanessa da Costa Val Munhoz, Vanessa Petrelli Corrêa

Resumo


O objetivo deste trabalho é medir a volatilidade da conta financeira do Balanço de Pagamentos nacional, para mostrar que os fluxos de capitais de curto prazo direcionados ao Brasil são fortemente dominados por movimentos expectacionais, que geram efeitos macroeconômicos, como os impactos negativos sobre os juros domésticos, dívida pública e Risco-País. Argumenta-se que a volatilidade que caracterizou as contas financeiras a partir da implantação do Plano Real permanece mesmo após a flexibilização do câmbio. Para realizar esse intento, será utilizado um modelo econométrico específico para séries temporais, o modelo ARCH (modelo autorregressivo com heterocedasticidade condicional). Através da análise que conjuga as volatilidades médias anuais e a participação relativa de cada subconta na conta financeira de nível de hierarquia superior, o artigo conclui que as contas mais voláteis são justamente aquelas de maior caráter especulativo e viés de curto prazo.

Palavras-chave


Fluxos de capitais. Balanço de pagamentos brasileiro. Volatilidade.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2176-5456.6938



 
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Ciências Econômicas
Revista Análise Econômica
ISSN 0102-9924 / e-ISSN 2176-5456