ÍNDICE DE BEM-ESTAR ECONÔMICO: UMA PROPOSTA PARA OS ESTADOS BRASILEIROS

Cláudia Bueno Rocha Vidigal, Ana Lucia Kassouf, Vinícius Gonçalves Vidigal

Resumo


O presente artigo tem por objetivo a construção de um Índice de Bem-Estar Econômico (IBEE) para as unidades da federação brasileira, considerando os anos de 2002 e 2008. Especificamente, busca-se verificar os níveis de bem-estar econômico e de seus subcomponentes, além de compará-los entre os estados brasileiros. O índice proposto foi composto por quatro dimensões distintas: “Fluxos de consumo”, “Riqueza real – Legado intergeracional”, “Equidade” e “Seguridade econômica”. Os principais resultados demonstraram que, independentemente da ponderação utilizada, Santa Catarina foi o estado brasileiro que apresentou o maior bem-estar econômico em relação aos demais. Por outro lado, Alagoas foi o estado com pior desempenho, ocupando a última posição do ranking em todas as análises. Considerando a necessidade de construção de uma medida sintética de bem-estar econômico e tendo em vista a relevância de indicadores para subsidiar a implementação e monitoramento de políticas públicas, o IBEE apresenta-se como um índice capaz de mensurar de maneira mais adequada os distintos aspectos associados a um padrão de vida decente.

Palavras-chave


Bem-estar econômico; Estados brasileiros; Indicador sintético

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DOI: https://doi.org/10.22456/2176-5456.43547



 
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Ciências Econômicas
Revista Análise Econômica
ISSN 0102-9924 / e-ISSN 2176-5456