INVESTIMENFOS EM CAPITAL HUMANO NO BRASIL: UM ESFUDO SOBRE RETORNOS FINANCEIROS PRIVADOS DE CURSOS DE GRADUAÇÃO

Paulo Tiago Cardoso Campos, Eduardo Pontual Ribeiro, Stefano Florissi

Resumo


A Teoria do Capital Humano afiança que, quanto mais alta a escolaridade de um indivíduo, mais altos são os seus rendimentos salariais esperados. A Teoria do Capital Humano afiança que, quanto mais alta a escolaridade de um indivíduo, mais altos são os seus rendimentos salariais esperados. A hipótese fundamental dessa teoria, de que os custos totais de investimento em educação são menores que o fluxo futuro de rendimentos do trabalho, é testada em relação, especificamente, à formação de nível superior. A partir de dados das regiões urbanas no Brasil, foram estimados valores para a Taxa Interna de Retorno e o Valor Presente Líquido de investimentos em capital humano no Brasil, em nível de graduação, com base em uma equação de rendimentos. Os resultados indicam que se pode considerar inviável investir em universidade paga na situação em que o indivíduo não trabalha enquanto estuda, uma vez computados os custos diretos e o custo de oportunidade. O financiamento governamental, com juros menores do que os de mercado, melhora significativamente os perfis dos retornos financeiros privados.

Palavras-chave


Salários. Retornos financeiros privados à educação. Capital humano.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2176-5456.10844



 
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Ciências Econômicas
Revista Análise Econômica
ISSN 0102-9924 / e-ISSN 2176-5456