BASILÉIA 2 E ECONOMIAS EMERGENTES: UMA ABORDAGEM MÉDIA-VARIÂNCIA

Otaviano Canuto, Antônio José Meirelles

Resumo


O presente texto aborda algumas das implicações, para as economias emergentes, contidas na atual proposta de reformulação do Acordo de Capital da Basiléia. O trabalho propõe-se a utilizar urna versão simplificada da clássica análise de média-variância de seleção de portfólios, como referência, para examinar algumas das proposições que têm sido formuladas no corrente debate sobre o que vem se convencionando chamar de "Basiléia 2" ou "Novo Acordo de Capital". O foco se dirigirá às duas orientações gerais mostradas no esboço de Basiléia 2: a maior sensibilidade a riscos na nova versão do "enfoque padronizado" de requisitos de capital para riscos de crédito e o uso de modelos de "Valor sob Risco" (Value at Risk - VaR) que deverá acompanhar o estímulo aos "enfoques com base em classificações internas de risco" (IRB). O objetivo é analisar o argumento de alguns analistas que têm apontado tais modificações como tendencialmente endurecedoras das condições de acesso de economias em desenvolvimento às finanças g lobais.

Palavras-chave


Basiléia 2. Novo Acordo de Capitais. Regulação bancária. Economias emergentes.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2176-5456.10796



 
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Ciências Econômicas
Revista Análise Econômica
ISSN 0102-9924 / e-ISSN 2176-5456