A MENSURAÇÃO DO GRAU DE INDEPENDENCIA DO BANCO CENTRAL: UMA ANÁLISE DE SUAS FRAGILIDADES

Hélder Ferreira de Mendonça

Resumo


A discussão que envolve a independência dos bancos centrais apresenta dois pilares de sustentação: um teórico e outro empírico. O argumento teórico baseia-se na hipótese de que policymakers são sujeitos ao viés inflacionário. No que se refere ao caráter empírico, o ponto principal da discussão resulta da observação da existência de correlação negativa entre o grau de independência do banco central e a inflação. A análise empírica recebeu grande impulso a partir da segunda metade da década de 80 e início dos anos 90 com o desenvolvimento de índices de independência. Este artigo apresenta as fragilidades associadas aos índices que medem o nível de independência dos bancos centrais, e ilustra o caso do Brasil. Os resultados encontrados indicam que maior independência, tal como indicado pelos índices existentes, não é capaz de garantir baixas taxas de inflação.

Palavras-chave


Independência dos bancos centrais. Índices de independência. Inflação. Viés inflacionário.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2176-5456.10670



 
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Ciências Econômicas
Revista Análise Econômica
ISSN 0102-9924 / e-ISSN 2176-5456