É A CRISE BANCÁRIA UM FENÔMENO DO LIVRE MERCADO?

George Selgin

Resumo


Neste artigo, o autor propõe que a "teoria convencional" sobre as crises bancárias não é consistente com os fatos empíricos Segundo esta teoria, um sistema bancário com reserva fracionária tende, por sua própria lógica, a sofrer crises, e que a melhor forma de evitar estas últimas é através dos bancos centrais modernos e suas regulamentações Contrariamente, o autor apresenta uma teoria alternativa, baseada em "restrições legais", segundo a qual a maioria das crises financeiras pode ser explicada por impedimentos artificiais aos mecanismos de mercado e por erros de omissão ou atuação das autoridades monetárias. Na sua análise empírica, ele argumenta que os economistas baseiam-se quase que exclusivamente na história financeira dos EUA e do Reino Unido e, que, mesmo nestas experiências históricas relativamente limitadas, é possível demonstrar que a teoria convencional não explica as causas reais das várias crises revistas.

Palavras-chave


Crises bancárias. Banco central. Regulamentação bancária.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2176-5456.10484



 
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Ciências Econômicas
Revista Análise Econômica
ISSN 0102-9924 / e-ISSN 2176-5456