Psicologia: Reflexão e Crítica/Psychology

PRC/Psychology: avaliação A1 pelo Qualis Capes e indexada pela Thomson-Reuters (ISI)! Seção de notícias sobre a revista aberta no site.

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Esta Revista publica artigos revisados por pares nas seguintes áreas:

PROCESSOS PSICOLÓGICOS BÁSICOS: Nessa área são incluídos estudos sobre processos como sensação, atenção, percepção, aprendizagem, linguagem, memória, motivação e emoção. Para efeito desta tematização da revista, estudos que investiguem funções cognitivas complexas, como: linguagem, raciocínio, resolução de problemas, tomada de decisão, funções executivas também podem ser incluídos. Geralmente, são aceitos estudos que empregam os métodos experimental e quase experimental, abordando interfaces com as áreas de neurociências, neuropsicologia, neurologia, psicologia cognitiva, psicobiologia, psicofarmacologia, e análise experimental do comportamento. São aceitos estudos com populações clínicas e não clínicas, em contextos experimentais ou naturais, em ambientes formais e não formais, cibernéticos e de realidade virtual.

 

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA: Esta seção está focada no avanço da ciência, da prática e da ética da avaliação psicológica nos seus diversos contextos, incluindo trabalhos com temas relacionados à mensuração psicológica e psicometria, adaptação, desenvolvimento, validação ou normatização de instrumentos, uso de instrumentos para fins de avaliação psicológica, psicodiagnóstico, avaliação de intervenções ou de programas e estudos de caso envolvendo o uso de instrumentos. Artigos centrados na avaliação do funcionamento cognitivo e neuropsicológico, personalidade e psicopatologia, bem como avaliação empírica de fenômenos clinicamente relevantes, tais como comportamentos disfuncionais, características e diagnósticos de personalidade, também poderão ser submetidos. Além disso, poderão fazer parte dessa seção trabalhos que envolvam questões éticas ou técnicas envolvendo Avaliação Psicológica.

 

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO: Para publicar nessa seção os estudos devem apresentar uma abordagem evolutiva, não sendo suficiente ter sido realizado com crianças, adolescentes, adultos ou idosos para ter potencial para ser publicado nessa área. O estudo do desenvolvimento em psicologia consiste na investigação de mudanças ao longo do tempo no fenômeno de interesse. Uma abordagem evolutiva requer pesquisa no período de tempo durante o qual as mudanças enfocadas ocorrem, sejam em um período relativamente curto de tempo (mudanças microgenéticas) sejam em um período relativamente longo de tempo (mudanças ontogenéticas). Para a compreensão dos processos envolvidos nas mudanças, estudos longitudinais são essenciais; também pesquisas transversais possibilitam mostrar se as diferenças previstas (por exemplo, em sentimentos, valores, cognição ou socialização) são encontradas em amostras que incluem as idades relevantes para o tópico que está sendo estudado; e, ainda, alguns tipos de método retrospectivo também possibilitam acessar mudanças relacionadas com a idade. Mudanças microgenéticas referem-se a mudanças que ocorrem em um período relativamente curto de tempo, por exemplo, da heterorregulação para a autorregulação em tarefas de resolução de problemas por crianças; mudanças durante a aprendizagem de habilidades ou tarefas específicas. Mudanças ontogenéticas geralmente ocorrem durante períodos mais longos de tempo, por exemplo, quando se investiga mudanças na forma de pensamento, relações sociais ou respostas emocionais na passagem dos jovens pela puberdade ou quando atingem o pensamento formal, ou ainda, a transição para a parentalidade, os efeitos da obtenção de um novo emprego, da aposentadoria ou da viuvez na vida de adultos. A origem da mudança pode ser psicobiológica (por exemplo, aumento da mielinização do córtex cerebral; passagem pela puberdade; variação nos níveis de motivação ou persistência, etc.), ambiental (por exemplo, os efeitos do fumo no peso dos bebês ao nascer; a exposição à intoxicação do ar ou da água), social (necessidade de aprender uma nova habilidade em casa, na escola ou no trabalho; mudança de escola; processo de divórcio; saída dos filhos de casa, etc.), cultural (por exemplo, mudança de país; casamento com pessoa de um grupo étnico diferente do seu próprio), ou uma combinação de duas ou mais destas.

 

PSICOLOGIA DA SAÚDE: Nessa área são incluídos estudos sobre as relações empíricas entre os fatores psicológicos, o comportamento e a saúde. A seção Psicologia da Saúde publica artigos acadêmicos originais que abordem temas como: Fatores contextuais e do comportamento que podem contribuir para o adoecimento ou a prevenção das doenças; avaliação das abordagens em saúde; comportamentos de proteção ou de risco para a saúde; estratégias de promoção e educação para a saúde; psicologia pediátrica; psico-oncologia; envelhecimento saudável; avaliação e divulgação de intervenções em psicologia da saúde baseadas em evidências que têm como alvo tanto o indivíduo, a família, o grupo, ou comunidade; etnia, classe social, gênero e orientação sexual na saúde; disparidades em saúde; aplicações dos resultados de pesquisas para as políticas relacionadas com a saúde; questões profissionais em psicologia da saúde, incluindo a formação e supervisão

 



ISSN: 1678-7153