EDUCAÇÃO DO CORPO E POLÍTICA: CONCEPÇÕES DE RAÇA, EUGENIA E HIGIENE NA EDUCAÇÃO FÍSICA ARGENTINA
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8918.46138Palavras-chave:
corpo – política– eugenia (ciência) – educaçãoResumo
A relação entre o corpo e a política é central na história das sociedades. Neste caso específico, essa relação é pensada nos discursos que fazem as políticas estatais centralizadas na Argentina sobre a Educação Física, a partir repensar historicamente as concepções em torno da ideia de como educar os corpos para melhorar a raça. Para isso, se analisam a passagem das retóricas higienistas do século XIX e início do século XX para as interpretações eugênicas da década de 1920 e 1930, e como isso configura alguns dos argumentos das práticas disciplinares atuais.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
A autoria detém os direitos autorais sobre os manuscritos submetidos e concede à revista Movimento o direito de publicar os textos, de acordo com a política de licença aberta adotada pelo periódico.
A revista Movimento adota a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), seguindo o modelo de Acesso Aberto (Open Access), que permite o acesso virtual, sem restrição (incluindo as financeiras), a todos os textos científicos publicados pelo periódico.
Ao realizar a submissão do manuscrito, a autoria precisa declarar estar ciente das licenças de direitos autorais que entrarão em vigor caso o manuscrito seja aceito e publicado, conforme termos descritos abaixo:
- O acesso aberto é a condição em que a/o detentor/a dos direitos autorais de um trabalho acadêmico concede direitos de uso a terceiros usando uma licença aberta (Creative Commons Attribution, CC-BY);
- O acesso aberto é gratuito e imediato ao trabalho, autorizando qualquer usuária/o a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação, passá-los como dados para software ou usá-los para qualquer outra finalidade legal.
A revista Movimento encoraja a autoria a autoarquivar os manuscritos aceitos, disponibilizando-os em blogs pessoais, repositórios institucionais, mídias sociais acadêmicas e também em perfis pessoais, desde que seja incluída a referência completa à versão publicada no website do periódico e/ou na página da coleção SciELO.